Projeto de climatização de precisão
Dimensionamento térmico, distribuição de ar e seleção de tecnologia (CRAC/CRAH, in-row, chiller, DX, etc.).
- Mapeamento de densidade por rack
- Estratégia hot aisle/cold aisle
- Integração com BMS e alarmes
Precisão e redundância para operação contínua
Data centers exigem climatização de precisão para manter a operação contínua, preservar a vida útil de equipamentos e reduzir riscos de indisponibilidade. O projeto HVAC deve considerar a densidade térmica dos racks, a distribuição de ar, a recirculação e as condições de operação ao longo do ano.
Trabalhamos com arquiteturas de redundância alinhadas a cenários Tier III/IV, onde tolerância a falhas, manutenção sem parada e estratégia de contingência são parte do escopo. A integração com automação, alarmes e monitoramento térmico é essencial para resposta rápida e estabilidade.
Para controle de microclima, adotamos metas típicas de temperatura ±0,5°C e umidade ±5% (ajustadas conforme o perfil do cliente e recomendações), além de estratégias de contenção hot aisle/cold aisle, in-row cooling e, quando aplicável, raised floor com gerenciamento de vazões e pressões.
Também atuamos na otimização de eficiência energética visando redução de PUE, por meio de análise de setpoints, melhorias de controle, ajuste de fluxo e seleção de equipamentos. O equilíbrio entre resiliência e eficiência é desenhado desde o conceito.
Dimensionamento térmico, distribuição de ar e seleção de tecnologia (CRAC/CRAH, in-row, chiller, DX, etc.).
Arquitetura N+1/2N, setorização e estratégias de manutenção sem parada conforme criticidade.
Diagnóstico e plano de melhorias para reduzir consumo, otimizar setpoints e balancear fluxo/pressão.
Instrumentação e leitura de microclima para identificar hotspots, recirculação e perdas de eficiência.
Porque pequenas variações podem gerar hotspots, aumentar taxa de falhas e reduzir a confiabilidade. O controle fino de temperatura/umidade melhora estabilidade e facilita o gerenciamento do ambiente de TI.
Envolve tolerância a falhas e possibilidade de manutenção sem parada, com caminhos e capacidades redundantes (N+1/2N) e estratégia de operação/contingência coerente com a criticidade do data center.
Geralmente começa por contenção de corredores, redução de recirculação, ajuste de setpoints e controle, além de melhorias em ventiladores/serpentinas. Tudo deve ser validado por medições e limites recomendados (ex.: ASHRAE TC 9.9).
Vamos definir a arquitetura de cooling ideal para o seu data center, equilibrando resiliência, precisão e eficiência energética.